E é isto.
Está decidido. Mais três anos e saio de casa quer eles queiram, quer não. Estou farta de fazer perguntas normais e levar com as excentricidades deles. Da falta de apoio mas do excesso da faca atrás das costas. Estou farta de querer morrer à custa de pessoas que só por terem algo em comum comigo como os genes, pensam que me podem usar e abusar como um criado. Que isto seja uma promessa de mim para mim, que por mais dias que se passem nunca a esqueça pois estas pessoas a quem chamei pais uma vez, nunca o foram. Nunca o souberam ser. A mulher com a liberdade nesta casa apesar de se aperceber de como o homem a trata e trata a filha, nada faz. É incrível como a violência verbal é tão naturalizada ao ponto de que, mesmo que eu corte os pulsos, nada ser feito. Vivo numa casa de personalidades falsas que enganam todos os que por aqui passam, até a mim que aqui vivo já faz quase 20 anos. Quantos mais anos passam pior fico, e ou desisto antes disso ou aqui fica esta promessa feita ás três pancadas e um pouco depois do calor do momento.
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Odeio-me por me ter esquecido de como escrever. Vou-me enterrando cada vez mais na ideia de que não pertenço ali. Não sei se me sinto mais burra por estar a frequentar aulas de um nível elevado e sentir que sou menos do que todos os outros ou se me sentiria ainda pior estando num nível mais básico e sentir que era a melhor porque estava numa turma mais... "fácil". Sinto que o feedback que recebi hoje só contribuiu mais para as minhas inseguranças.
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