I am a girl filled with dreams.

Gostava de ter.

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Gostava tanto de ter um Iphone. Pois e vou ficar mesmo pelo gostava porque... quem é que dá 300 € ou mais por um telemóvel? Desculpem, mas eu é que não dou. Gostava de ter porque o meu telemóvel não é assim grande coisa e como não tenho nem um ipod nem um tablet, gostava.Gostava mas já desisti da ideia... 

Playlist de Verão

grunge ✖️💀

Closer to closure - Rhyme or reason

Todos nós... Temos um emprego de sonho que nos negam.

Some of my mornings ^^

É verdade. Pensem bem. Aposto que todos nós gostaríamos de ser algo que nos respondem sempre "não tem saída" ou "não faz muito a tua cara". 
Gostava de publicar um dos meus inúmeros livros que ainda não acabei. Só depois de os acabar, mas mesmo assim...
Gostava de dar concertos sendo apenas a guitarrista ou vocalista, talvez até a baixista. 
Gostava, gostava, gostava, gostava. Mas de cada vez que o falo em voz alta, respondem-me sempre que esses empregos (escritora ou música) não têm saída, para escolher outra coisa, ainda por cima num país como Portugal. 
Admito que não tem saída e continuo com a minha vida, a tocar e a escrever como hobby, porque eles têm razão. Mas não acredito que não vá tentar, porque só vivemos uma vez, não duas, uma para experimentar e e outra para fazer tudo direito. Vivemos apenas uma vez e só nessa vez temos de cair as vezes que forem precisas, se não, de que outra forma aprenderemos o certo?

#2

John Green. I wanna read this

O Jonh Green passou por muito comigo. Desde nem sequer ter interesse por não o achar nada de especial até me cativar com qualquer frase que escreva. Ontem acabei de ler o seu famoso livro "À procura de Alaska". Pode se dizer que li o livro todo a pensar "meh, é John Green, não devo gostar", apesar de até ter chorado com "A culpa é das estrelas". Porque é que continuava a não achar John Green nada de especial? Porque cada livro é um livro e até se ler no mínimo dois livros do mesmo escritor não se pode concluir logo que ele seja um dos vossos escritores favoritos. 
Li este livro de uma ponta à outra sem paragens. John Green é um escritor fantástico, que escreve sobre a morte sem ter morrido, sobre prazeres da vida sem, provavelmente, os ter vivido a todos. A sua escrita fascina os leitores de forma a estes não quererem largar o livro. 
Acerca deste livro em especial? Bem, este livro é uma obra fantástica, baseada na perda de alguém especial e numa pergunta filosófica "Como sair deste labirinto? Será o labirinto a vida ou a morte?".

Rating: 8/10