I am a girl filled with dreams.

#1 Carta para o teu melhor amigo

Querido melhor amigo,
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Não sei bem se o que aconteceu connosco é normal, mas não importa. Namorámos sim, há 5 anos atrás, acabámos (também há 5 anos) mas mantivemos-nos amigos. Aliás, até passámos de apenas amigos para melhores amigos. Falamos de tudo e sabes que podes contar comigo e eu contigo.
É difícil ter de viver com a ideia de que vives a mais de uma hora de distância mas a nossa amizade é mais do que a distância, é mais do que a possibilidade de te ver diariamente.
Adoro o facto de como nos tratamos por amor. É engraçado.
Não sei, sinto que vivemos mais do que realmente vivemos, que fizemos mais do que realmente fizemos, somos ambos malucos, mas somos fiéis a nós próprios.
És como o irmão que nunca tive. Estiveste sempre lá, mesmo quando todos me viraram as costas. Adoro-te e aconteça o que acontecer vamos sempre estar juntos, não como um casal, mas como a dupla imbatível de melhores amigos.
Dizem que rapazes e raparigas não podem ser melhores amigos, nós somos a prova viva do contrário.

MC

Summer Camp de Música

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A minha mãe inscreveu-me num summer camp de música lá no sítio onde estudo...bem...música, que mais poderia eu lá estudar? Na verdade não é bem um "camp" é mais... uma semana só com aulas de diferentes estilos de músicas. Mas o que interessa é que vou passar os 6 dias da próxima semana em aulas de música como sempre sonhei. Todos os dias irei contar-vos o que aprendi, ou o que aconteceu. Mal posso esperar!

Imaginação... Vem a mim...

👌 | via Tumblr

É normal não ter imaginação para escrever? Vocês também têm dessas crises? É que eu passo horas e horas a olhar para uma folha em branco sem saber sobre o que escrever. Não sei... Nestes últimos dias ando a ter imensa dificuldade em concentrar-me na escrita...Por isso é que nunca poderia ser jornalista, não trabalho bem sob pressão e tenho brancas imensas vezes.

The fault in our stars.

TFIOS

Como não poderia deixar de ser, fui ver o filme "The fault in our stars". Escusado será dizer que o filme me fez pensar um pouco sobre a morte. Sei que não é esse o seu objectivo nem a sua mensagem. Por outro lado, escrever sobre a morte foi algo que nunca pensei ser tão fácil. Sei que não é um assunto muito bom e entendo que muitos discordem do que estou prestes a dizer mas um blogue é exactamente isso, uma maneira de divulgar novas ideias e pontos de vista.
A morte é algo inevitável. É ela que decide quando nos vir buscar, não nós e, por muito que a evitemos, ela está sempre dois passos à nossa frente.
Muitas pessoas acreditam em Deus, mas vêm a morte como o Diabo ou algo mau. Mas morrer, para essas pessoas, não deveria ser começar uma nova parte da sua vida junto a quem tanto rezaram?
E se a morte for Deus? Rezariam a ela? Afinal, é dela que todos tentamos fugir, mas caso ela assim o decida, nenhum de nós consegue escapar.
Todos temos de acreditar em algo perfeito mas nada o é. Deus? Se Deus é assim tão perfeito porque é que ele deixa tanta gente sofrer neste mundo cheio de preconceitos? É irónico. Queremos tanto acreditar num ser superior à raça humana que criamos um ser com tantos ou mais defeitos e falhas que nós. 
A morte, por outro lado é perfeita. Sabemos que é real porque toda a gente a encontra mais tarde ou mais cedo e não discrimina ninguém. A morte chega a todas as pessoas, não interessa de que cultura ou religião elas sejam. Sejam as pessoas velhas, novas, brancas, pretas, heteros ou gays. 
O dinheiro não paga à morte, ela também chega aos ricos como aos pobres. Já Deus, dificilmente chega a toda a gente. E quem nos dá a garantia de que o vamos conhecer? Que ele é real?
Será a morte, Deus? Ou é demasiado inacreditável, uma vez que a morte nos separa dos nossos entre queridos? Mas todos nós partiremos e, ou somos os primeiros e deixamos simplesmente de viver, ou somos os últimos e vemos toda a gente à nossa volta a morrer.